Hereditariedade: pesquisas indicam que fatores genéticos representam três quartos da variação do pico de massa óssea entre as pessoas;
Gênero: o pico de massa óssea é menor nas mulheres do que nos homens;
Atividade Física: os ossos se adaptam ao esforço do exercício tornando-se mais densos e mais fortes;
Dieta: a alimentação rica em cálcio e vitamina D otimizam o pico de massa óssea;
Raça: os brancos e descendentes de asiáticos têm menor densidade óssea do que negros e hispânicos;
Hormônios: o equilíbrio na quantidade de hormônios é fundamental para a manutenção da saúde óssea. Alguns influenciam positivamente, contribuindo para a formação óssea. Outros já aumentam a reabsorção. De todos, o que tem maior impacto é o estrogênio. Sua deficiência é fator determinante na diminuição da massa óssea no início da menopausa. Cabe destacar que o estrogênio também pode diminuir em outros momentos ou situações, como em mulheres com baixos percentuais de gordura. Isso acarretará enfraquecimento dos ossos em qualquer idade. E se essa situação ocorrer na adolescência, o pico de massa ósseo será afetado negativamente. Portanto, qualquer fator que diminua excessivamente a quantidade de gordura corporal causará danos aos ossos. Não importa se essa magreza ocorrer em virtude do esporte ou de distúrbios alimentares.
Estilo de Vida: o uso de álcool e fumo têm um efeito negativo no desenvolvimento da massa óssea.
O pico de massa óssea e a perda óssea que ocorre após esse período
são determinantes para o surgimento da osteoporose. Alguns fatores não estão
sob nosso controle, como a genética, mas outros são totalmente controláveis
como o estilo de vida, dieta e sedentarismo. Seja na prevenção ou no período de
perdas, pode-se melhorar a densidade óssea, tornando os ossos mais fortes e
prevenindo quedas e fraturas.
Quanto maior for o pico de massa óssea, menor será o risco de fraturas devido à osteoporose, numa fase posterior da vida.

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